“Era o teu filho” ou como o Estado Islâmico chega ao cúmulo extremo da inumanidade!

Uma das coisas que tenho referido nos últimos tempos é o erro dos muçulmanos em não reconhecerem a imperfeição da sua religião, como aliás todas as religiões e o facto de ela estar por detrás e influenciar parte da ideologia criminosa do Estado Islâmico. Dizer que o islão é uma religião de paz é esquecer que no próprio Corão existem várias referências ao uso da violência para a sua expansão.

Dito isto, não se pode dizer que os muçulmanos concordem com a barbaridade do EI, pelo menos a maioria deles. Na verdade o problema é que eles não conseguem aceitar que a sua religião seja a mesma que os terroristas utilizam para justificar as suas acções. E ingenuamente acabam por caucionar as acções extremamente horrendas do EI e das quais nunca vi passagem no Corão e que portanto nada têm a ver com essa religião. Assim é preciso separar essa forte influência do islão na sociedade e que impede de ver a realidade da concordância dos muçulmanos com a pratica do EI e outros grupos islamistas. Em suma e na minha opinião acredito que a maioria dos muçulmanos é contra os grupos terroristas islâmicos mas acabam por não fazer nada para combater a ideologia extremamente criminosa destes porque não conseguem sair da redoma do islão e observá-lo do exterior. Por isso quando digo que os muçulmanos também são de certa forma responsáveis pelo extremismo islâmico não quero dizer que eles apoiem o terrorismo mas que caem numa ingenuidade perigosa para o mundo e principalmente para eles próprios. Aliás de outra forma não poderia ser porque não acredito que os muçulmanos, pelo menos na sua maioria, defendem e apoiem práticas como a que apresento a seguir através de um artigo e um vídeo. Digo isto porque quem apoia semelhante acção, pode e infelizmente é um ser humano mas de certeza que não tem consciência humana. Confesso que em 41 anos de vida nunca vi coisa igual e penso mesmo que nem os nazis fizeram igual. Dizer que os muçulmanos apoiam semelhante horror é considerar- los como robots desprovidos de sentimentos e nisso eu não acredito, excepto os extremistas que ultrapassam toda a decência do respeito pela vida. O caso é tão extremo que por breves momentos até tive dúvidas da sua veracidade, mas depressa dissiparam-se porque tendo em conta o histórico do EI acredito mesmo que seja verdade. Chamo a atenção para o horror extremo que pode ferir a susceptibilidade de quem ler a notícia e a entrevista que se segue. Eu por mim dispenso qualquer discrição a juntar ao inconcebível mas infelizmente verdade.

 

Escrava sexual obrigada a comer filho de um ano-DN

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