Iranian Woman against “Moral” Police!

This was in Iran! A very brave women! To explain why she is a brave women see the next video:

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One thought on “Iranian Woman against “Moral” Police!

  1. Salam,Bruno! Seus recentes posts são interessantes, você está inspiradíssimo com o Irã e sobretudo, a favor das mulheres. Parabéns!Você não assistiu ao final do filme “O sabor das cerejas”? Pesquisei o final do filme para você, segue aqui:”Agora, o final do filme. É nesta parte que as opiniões vão para 8 ou 80, alguns chamam-no de pretencioso, outros de genial, mas é impossível ficar indiferente. Badii acaba de pedir para que Bagheri garanta que ele esteja morto quando for buscá-lo pela manhã, e volta para casa. Vemos ele então em seu apartamento, a câmera do lado de fora, só conseguimos distinguir seu vulto perambulando lá dentro, apagando as luzes e saindo. Não se sabe se ele toma ou não os soníferos. O dia está apenas começando a amanhecer, ele pega um taxi que o leva para o local onde foi cavada sua cova. Ao invés de dirigir, ele pegou um taxi. Por quê? Isto nunca é explicado, mas ele carrega o dinheiro numa sacola. Ele se deita no buraco, e o tempo fecha. Logo começa a chover. A tela se escurece por alguns segundos, e somos apresentados então à uma gravação em vídeo do local de morte de Badii. Vemos Kiarostami e sua equipe gravando uma cena onde um grupo de soldados marcha pelas caminhos da montanha, e o ator Homayon Ershadi, que interpreta Badii, lhe oferecendo um cigarro. Kiarostami diz aos soldados pelo walkie-talkie que a cena acabou, e que iam fazer a gravação de som agora. A câmera de vídeo vai então pro outro lado da montanha, onde o grupo de soldados descança ao sol, todos com ramos de flores nas mãos. Então sobem os créditos, ao som de “St. James Infirmary”, de Louis Armstrong. Ok, o que pensar sobre este final um tanto abrupto, e certamente inesperado? Essa “desconstrução da quarta parede”, onde se mostra a realidade por trás do filme, já foi usada várias vezes (E La Nave Va e Banzé no Oeste me vêm à mente), cada uma com um propósito diferente (e nenhum deles apenas de mostrar que estamos vendo um filme, como insistentemente propõem alguns críticos). Quando perguntado sobre o filme, Kiarostami falou que a era de um cinema puramente narrativo havia se esgotado, e que agora era hora de propor algo que fizesse as pessoas pensar, que este distanciamento final do espectador com o personagem faria-nos refletir as questões propostas no filme para sua própria vida. Com relação à isto, Kiarostami obteve sucesso, já que, apesar de termos um impacto emocional menor, somos capazes de olhar o filme de uma maneira mais objetiva, analítica, reflexiva, que é o que ele pretendia desde o começo ao nos negar os motivos do suicídio de Badii, e de nos negar a ver o que acontece no fim das contas. Esta filmagem final dá muito mais vida à paisagem, com campos verdes e árvores floridas, em contraste com a aridez que se apresentava durante todo o filme. Isto, junto com a imagem dos jovens soldados rindo, conversando e colhendo flores, possa ser um indício de que Badii finalmente encontrou paz, seja ela na vida ou na morte.”(fonte: internet)Gostou do final? Bem, filmes iranianos são sempre envolvidos com complexidade emocional, temos que estar preparados para mergulhar nos campos mentais.Um mágico final de semana para você.

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