Perdemos uma voz ecológica.

     Antes do impacto do filme “Uma verdade inconveniente” e do nobel da paz de Al Gore atribuído por razoes ligadas à paz e ao meio ambiente, já a queniana Wangari Maathai tinha ganho o mesmo prémio e pelas mesmas razoes em 2004. Hoje, dia mundial da saúde ambiental, ela deixou-nos aos 71 anos vitima de cancro. A sua vida é um dos maiores exemplos para todos os que buscam um futuro melhor para o planeta. Desde os anos 70 que lutava pela defesa do ambiente, pelos direitos humanos principalmente das mulheres, pela liberdade política e chamava a atenção para as mudanças climáticas no mundo. Foi a primeira mulher da África central a obter um doutoramento, era bióloga, lutou contra a ditadura do presidente do Quénia Daniel Arap Moi e dirigiu a cruz vermelha nos anos 70. Em 1977 fundou o “Green Belt Movement” que se tornou um movimento importantíssimo para a divulgação da consciência ecológica em África. Em 2004 o comité nobel norueguês atribuiu-lhe o Prémio Nobel da Paz pela sua contribuição para um desenvolvimento sustentável, democracia e paz. Foi a primeira mulher africana e a primeira pessoa ambientalista a receber tal prémio.
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One thought on “Perdemos uma voz ecológica.

  1. Sem dúvida, uma grande perda! No entanto, “continuará viva em cada folha, cada ramo e cada raiz de cada uma das mais de 40 milhões de árvores plantadas no Quénia com a ajuda do movimento que criou – o Movimento Cinturão Verde (Green Belt Movement)”

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